BAG IN BOX - Uma alternativa viável
Publicado por Daniel César de Oliveira , marcadores: Acessórios Para Vinho, Matérias Relacionadas ao Vinho, Serviço Para Vinho, Técnicas Para Degustação em: segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
A situação dos vinhos portugueses no Brasil
Publicado por Daniel César de Oliveira , marcadores: Matérias Relacionadas ao Vinho, Países Produtores, Serviço Para Vinho em: sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Torrontés - a uva da vez
Publicado por Daniel César de Oliveira , marcadores: Matérias Relacionadas ao Vinho, Países Produtores, Regiões Produtoras, Torrontés em: quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Provavelmente você não seja fã de vinho branco, salvo exceções é claro, como já escrevi anteriormente os vinhos brancos são os melhores amigos daqueles que se propõe a estudar vinhos (principiantes), para ler a matéria completa clique aqui.O perfume é o que mais me chama a atenção nos vinhos brancos, as cores que o vinho apresenta também me fascinam, é mágico, quase que um encanto, uma sinfonia em perfeita execução, com o vinho branco feito a partir da variedade Torrontés não é diferente, seus aromas são tão intensos quanto os da Malvasia ou até mesmo a Viogner, impressionam até mesmo quem ainda não conhece sobre vinhos, muitas vezes lembram flores, frutas cítricas e algumas vezes tropicais, é um vinho adequado ao consumo brasileiro, pois é refrescante, seu sabor ligeiramente ácido refresca, alivia o calor, todavia o sabor não se compara as impressões obtidas nos aromas e nas cores, afinal nem tudo é perfeito, apenas os vinhos de Torrontés mais bem elaborados (e por sua vez mais caros) conseguem um equilíbrio entre aromas/cores/sabores.
O país campeão mundial em produção de bons vinhos Torrontés é a Argentina, até 10 anos atrás a variedade naquele país era utilizada para produção de vinhos ordinários, bilhões de litros produzidos se qualidade nenhuma, muitas vezes era misturado à variedade Pedro Gimenez, apenas para aumentar o volume da produção.
Os produtores começaram a se interessar pelos vinhos feitos a partir da até então ordinária Torrontés depois de perceberem bons resultados obtidos com alguns clones produzidos na região de Salta, logo novos clones foram cultivados, mas sempre com o receio de uma reação negativa do mercado de consumo, pois no mundo todo só se desejava Chabis ou Chardonnay, desejo esse que com o passar do tempo foi diminuindo (mas infelizmente ainda existe). Acontece que na atualidade as pessoas querem vinhos diferentes, estão cansadas com os mesmos aromas e sabores, ainda que bons, querem produtos diferentes, com personalidade. Desta forma a Torrontés entrou de vez no mercado de consumo como variedade de qualidade, principalmente os produzidos na região de Salta na Argentina.
Os cachos de uvas da Torrontés vão de médios a grandes (dependendo da região de cultivo), As folhas da vinha são verde escuro e em forma de pentágono. “...o verde das vinhas com seus frutos dourados e amarelos é uma visão maravilhosa, sem contar a regiões montanhosas onde a Torrontés é produzida na Argentina” – Tradução de um trecho do site www.torrontes.com acesso às 22h05min do dia 08/02/2011.
Os produtores Argentinos comemoram o sucesso da Torrontés no mundo, pois eles têm recebido inúmeros prêmios com seus vinhos da variedade, e não é para menos, um fato relevante que talvez justifique tal sucesso é que a cepa só é cultivada em larga escala na Argentina, existe uma cepa homônima na Espanha, mas não se trata da mesma variedade. Ficando assim com todos os créditos os nossos vizinhos abençoados.
A Diferença entre o alcoólatra e o degustador de vinhos
Publicado por Daniel César de Oliveira , marcadores: Matérias Relacionadas ao Vinho, Técnicas Para Degustação em: quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Projeto diariodovinho.com procura parcerias com enófilos
Publicado por Daniel César de Oliveira , marcadores: Matérias Relacionadas ao Vinho, Serviço Para Vinho em: sábado, 4 de dezembro de 2010
Senhores(as),
Taças - história e o uso adequado
Publicado por Daniel César de Oliveira , marcadores: Matérias Relacionadas ao Vinho, Serviço Para Vinho, Técnicas Para Degustação em: segunda-feira, 20 de setembro de 2010


Os vinhos alemães - algumas considerações
Publicado por Daniel César de Oliveira , marcadores: Livros Recomendados, Matérias Relacionadas ao Vinho, Países Produtores em: segunda-feira, 30 de agosto de 2010
O vinho está na moda (já faz algum tempo até), todos querem saber, aprender, não é um assunto fácil, tão pouco que possa ser aprendido com a leitura de uma determinada revista especializada, estudar vinho é como estudar o universo, não há uma determinado limite ou fim, sempre há mais uma região ou cepa para aprender.Os vinhos alemães deveriam estar bombando no mundo inteiro, já que há essa febre internacional pelo conhecimento a cerca da bebida, os produtores estão com idéias novas principalmente na rotulagem dos vinhos, pois é difícil decifrar os rótulos.
Fico a refletir o porquê de não ter caído no gosto popular os vinhos alemães, como bem disserta o mestre Hugh Johnson em seu magnífico GUIA DE VINHOS 2001 ed. Cia. Das Letras pag. 159:
Pode parecer confuso, mas explico, parágrafos atrás escrevi que alguns produtores estão facilitando a rotulagem de seus vinhos, mas só isso não basta, é apenas uma agente facilitadora, não equalizadora.
Acontece que, como bem ilustra o insigne Hugh Johnson na obra acima destacada, há estilos em excesso, um exemplo disso são os vinhos Kabinett, Spatlese e Auslese podem ser doces, secos ou a meio caminho. Concluímos que de nada adianta facilitar a leitura de um rótulo se Auslese em uma determinada localidade poderá ser doce ou seco dependendo do produtor, já imaginou o estrago em seu jantar ao servir um vinho doce enquanto esperava servir um seco?
Enquanto isso vamos estudando aos poucos os vinhos alemães, provando um pouco aqui, ali, lendo alguma coisa a respeito, já que não temos à disposição a variedade necessária (poucas lojas se interessam em vender vinhos alemães no Brasil), e a literatura ainda é bem limitada e um pouco confusa para nós que estamos começando com o vinho.
Com quantas uvas se faz um vinho
Publicado por Daniel César de Oliveira , marcadores: Matérias Relacionadas ao Vinho em: segunda-feira, 12 de julho de 2010
Das mais de 3 mil variedades de uvas que fazem vinhos, devo destacar basicamente duas famílias distintas que agrupam as variedades: a família das Vitis-Viníferas e a família das Vitis-Labruscas. Calma! Não ficarei aqui com termos enochatos para alimentar o conhecimento dos soberbos! Minha intenção é esclarecer um pequeno detalhe que poderá lhe ajudar a eliminar riscos na hora da compra de um vinho, diante de uma prateleira cheia de rótulos, das mais longínquas regiões vinícolas do mundo.
Em regra, os vinhos produzidos com uvas da família das Vitis-Labrucas (atenção, não confundir com o vinho italiano gaseificado de nome parecido) são vinhos medíocres, que se prestam ao consumo diário e despreocupado, geralmente esse tipo de vinho não custa muito caro, aqui no Brasil ficam entre R$3,00 e R$15,00 a garrafa de 750ml, também é encontrado em garrafões de 5 litros. Não obstante as informações aqui contidas, temos que admitir que os vinhos provenientes das Vitis-Labruscas são os vinhos que mais fazem bem ao coração, pois em pesquisas recentes, observaram-se elevadas taxas de resveratrol, substância essa importantíssima para a proteção do sistema cardiovascular. Se levarmos em consideração o baixo custo da garrafa (R$3,00 à R$15,00) podemos observar que tal vinho é eficaz para quem quer cuidar da saúde, gosta de vinho e não dispõe de recursos para comprar os mais sofisticados.
Já os vinhos mais sofisticados, são os feitos com as uvas da família das Vitis-Viníferas, que na sua quase totalidade originaram na Europa, os vinhos exalam aromas os mais diversificados possíveis, as tonalidades de cores e a variedade de sabores impressionam, e não pense você que terás que gastar rios de dinheiro para começar a tomar esses tipos de vinhos, pois nos supermercados, já os encontramos a partir de R$20,00, como é o caso do vinho português alentejano Montado (garrafa de 750 ML), feito de trincadeira, aragonês e castelão (três variedades de uvas pertencentes a família das vitis-viníferas), se preferir um mais leve, com menos corpo, procure pelo chileno Santa Carolina Reservado um vinho feito a partir de cabernet sauvignon muito agradável e de preço excepcional. Destaco ainda os nacionais Fortaleza do Seival Castas Portuguesas (muitíssimo bom, entre R$25,00 à R$35,00) e também a linha Salton Classic, que geram varietais (vinhos de diversas variedades de vitis-viníferas), preço estimado de R$15,00.
Sofisticado ou não, o importante é tomar vinhos, independente do preço e da procedência, eu sempre digo que a qualidade do vinho também está relacionada com a maneira e a condição em que o bebemos, pode ter certeza, se beberes um vinho simples na companhia de que mais ama, este será o melhor vinho deste mundo!

